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Acervo fotográfico com mais de 6 mil itens da Creche Fiocruz é transferido para a Casa de Oswaldo Cruz

25 fev/2025

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Quatorze caixas-arquivo de documentação iconográfica recém-chegadas ao Departamento de Arquivo e Documentação (DAD) da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) reúnem um acervo valioso, formado ao longo dos mais dos 30 anos de existência da Creche Fiocruz.  

O conjunto transferido – constituído por fotografias em papel, negativos flexíveis e álbuns fotográficos – abrange o período entre 1989 e 2019, totalizando aproximadamente 6.700 itens. São documentos que registram eventos e demais atividades realizadas pela Creche Fiocruz, inaugurada em 1989, no campus Manguinhos, zona norte do Rio, para cuidar de filhos e filhas de servidores, realizar pesquisas em educação e saúde para a infância e promover ações de socialização do conhecimento produzido em Educação Infantil. Outra unidade funciona desde 1990 no Instituto Fernandes Figueira (IFF), no Flamengo, zona sul da cidade. 

O recolhimento do acervo da creche ao arquivo permanente da Fiocruz, sob responsabilidade do DAD, finaliza um processo iniciado em 2018. Na ocasião, às vésperas da comemoração de seu aniversário de 30 anos, a creche buscou informações sobre conservação e restauração de fotos. A Casa de Oswaldo Cruz produziu, então, um relatório preliminar sobre o estado do material, que foi considerado entre bom e regular, em razão de imagens esmaecidas, com perfurações e fitas adesivas coladas no verso. 

Chefe do Departamento de Arquivo e Documentação da Casa de Oswaldo Cruz, Ana Roberta Tartaglia destaca o valor do acervo, que reúne registros de passeios ao Jardim Zoológico, festas juninas, despedidas das turmas, encontro com os pais, entre outras atividades: 

“Há fotografias em preto e branco da época de construção da creche, muito interessantes, e outras do início das atividades, no tamanho 10×15 cm, que todo mundo tem em casa. É um acervo que tem uma cara muito familiar, muito próxima ao que nós, de outras gerações, conhecemos como objeto fotográfico. As novas gerações da creche só vão ter como objeto fotográfico as lembranças de um celular ou de algo digital”. 

Antes de ser digitalizado e disponibilizado ao público, o acervo da Creche Fiocruz vai passar por um processo de diagnóstico de conservação, higienização, pequenos reparos, caso sejam necessários, acondicionamento e guarda. Posteriormente, serão encaminhados para a identificação, organização e descrição dos itens na Base Arch, liberando, assim, o acesso ao público. “Estamos em uma instituição pública. Em seu devido momento, tudo depositado no arquivo tem que estar aberto para que as pessoas possam consultar”, diz Ana Roberta.